Palavra do Papa Francisco
Destacamos algumas frases ditas pelo Papa Francisco nos últimos dias:
No domingo, 7 de julho, na oração do Angelus:
“A nossa alegria é ser discípulos e amigos de Jesus”. "O Evangelho deste domingo (7) nos diz que Jesus não é um missionário isolado, não quer cumprir sozinho a sua missão, mas envolve os seus discípulos. Vemos que além dos Doze Apóstolos, ele chama outros setenta e dois e os manda aos povoados, dois a dois, para anunciar que o Reino de Deus está próximo. Isso é muito bonito! Jesus não quer agir sozinho. Ele veio trazer ao mundo o amor de Deus e quer difundi-lo com o estilo de comunhão e fraternidade. Por isso, forma imediatamente uma comunidade de discípulos, que é uma comunidade missionária. Ele forma imediatamente os discípulos para a missão, para ir”.
No dia 08 de julho, na Ilha da Lampedusa:
“A cultura do bem-estar nos leva a pensar só em nós mesmos, nos torna insensíveis ao grito de socorro dos outros, nos tornam como bolhas de sabão e nos deixam na indiferença, na ilusão. Somos uma sociedade que não sabe mais chorar. Eis a globalização da indiferença”.
Comentando o evangelho em que “Jesus, vendo a multidão, teve compaixão dela, porque estava cansada e abatida como ovelhas sem pastor”, o Papa Francisco disse que "a misericórdia de Jesus não é somente um sentimento", mas "é uma força que dá vida". A compaixão de Jesus se faz ternura. "Ternura! O Senhor nos ama com ternura. O Senhor conhece aquela bela ciência da carícia, da ternura de Deus. Não nos ama com as palavras. Ele se aproxima – proximidade – e nos dá esse amor com ternura. Proximidade e ternura! Essas duas maneiras do Senhor que se faz próximo e dá todo o seu amor inclusive mediante as pequenas coisas: com a ternura. E esse é um amor forte, porque proximidade e ternura nos mostram a fortaleza do amor de Deus”.
"Que o juízo final não nos dê medo" – exortou o Papa – mas, "pelo contrário, nos impulsione a viver melhor o presente. Deus nos oferece este tempo com misericórdia e paciência a fim de que aprendamos todos os dias a reconhecê-lo nos pobres e nos pequenos". A compaixão – explicou o Santo Padre – significa reconhecer Cristo no outro e significa abrir as portas da Igreja:
"Pensemos hoje em Jesus, que sempre quer que todos se aproximem d'Ele; pensemos no Santo Povo de Deus, um povo simples, que quer aproximar-se de Jesus; e pensemos em tantos cristãos de boa vontade que erram e que, ao invés de abrir uma porta, fecham-na... E peçamos ao Senhor que todos aqueles que se aproximarem da Igreja encontrem as portas abertas, encontrem as portas abertas, abertas para encontrar este amor de Jesus. Peçamos essa graça”.





